CAMPO DAS ARTES
identidade visual

Redesenho da marca do Campo das Artes, centro cultural em São Luiz do Purunã, idealizado e gestado pelo ator curitibano Luis Melo, e a construção, ao redor dela, de um sistema de identidade visual.

Inversão de processos
As condições do projeto, com uma marca já definida, exigiram a inversão do processo criativo, trazendo a definição dos pormenores para o início do trabalho, e a busca de uma paisagem completa para as etapas seguintes. O projeto é desenhado, então, de dentro para fora.

Redesenho de marca
O primeiro passo do projeto foi redesenhar a marca do Campo das Artes a partir de seu arquivo original. Foram corrigidas pequenas inconsistências, e alguns detalhes no desenho das letras e no encontro entre elas foram redefinidos. O propósito aqui era equilibrar e tornar mais fluidas as formas dos caracteres. As relações entre os elementos da marca foram analisadas, refeitas ou consolidadas, buscando melhorar sua legibilidade ao antecipar o seu uso em pequenas dimensões, e permitir que fosse articulada de diferentes formas, tornando-a mais flexível. Os espaços entre letras e entrelinhas foram redimensionados, deixando a marca mais aberta, mas, ainda assim, mantendo a sua estrutura.

Vetorização do desenho original
Primeiros ajustes
Redefinição de elementos
Desenho final
 
 
 
 
1
1

Variações / Desdobramentos
Com seu desenho redefinido, a marca, de composição predominantemente vertical, teve seus elementos rearranjados para adaptar-se a diferentes exigências, com variações de estrutura horizontal.

Conceitos
Em visitas ao Campo e conversas com sua equipe, alguns conceitos foram colocados como guias para definição do sistema de identidade e de seu material de comunicação:
– Leveza
– Equilíbrio
– Sustentabilidade
– Flexibilidade
– Síntese
– Rigor
– Funcionalidade
– Modularidade

Linguagem
A comunicação deveria ser flexível, para atender um público amplo, com diferentes backgrounds e referências culturais, estilos de vida, idade, ocupação, interesses. Optou-se por uma linguagem leve e clara, com predominância do branco e valorização do espaço vazio como forma de operar pesos e contrastes.

São buscados elementos e estratégias do Estilo Internacional, a escola modernista de design – uma referência presente, também, no desenho da marca e na arquitetura do centro cultural –, observados na escolha da tipografia para composição de textos, e na estruturação com fios e grids que permitiriam a modulação do espaço gráfico.

Imagens e cores
A marca do Campo das Artes tem um desenho robusto que permite seu preenchimento também com imagens, estáticas ou em movimento: fotografias, gravuras, texturas, vídeos que podem contar um pouco mais sobre o lugar ou sobre as atividades que estiver recebendo.

A paleta cromática é usada como um instrumento de contraste no sistema. Uma paleta principal, para uso em materiais institucionais, impressos com maior frequência, é definida em preto, branco e tons de cinza. A intenção é simplificar e reduzir o custo de produção. Outra paleta, complementar, usa cores brilhantes, saturadas, que identificam alguns dos espaços do Campo.

LAZARUS

LAZARUS

teatro: vídeo-cenários

FALA COMIGO DOCE COMO A CHUVA

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teatro: design gráfico

CRIANOMICS

CRIANOMICS

identidade visual

CAMPO DAS ARTES

CAMPO DAS ARTES

identidade visual

CADA VEZ MAIS PERTO: CATÁLOGO

CADA VEZ MAIS PERTO: CATÁLOGO

catálogo: projeto gráfico

CADA VEZ MAIS PERTO

CADA VEZ MAIS PERTO

identidade visual

NOVOS MAFUÁS

NOVOS MAFUÁS

livro: projeto gráfico e design

SUPERSIMETRIA

SUPERSIMETRIA

disco: design gráfico

TIJUCÃO CULTURAL TRANSBORDA

TIJUCÃO CULTURAL TRANSBORDA

evento: catálogo digital

CHOVE

CHOVE

livro: concepção, imagens e design

CHOVE: EXPOSIÇÃO

CHOVE: EXPOSIÇÃO

projeto expográfico

CHOVE: OFICINA

CHOVE: OFICINA

oficina artística

QUEM VEM LÁ?

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disco: ilustrações e design

PEDRO OSMAR, PRÁ LIBERDADE QUE SE CONQUISTA

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filme: direção de arte e design

RE-ROUPA

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identidade visual

MUCHA GALERIA

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identidade visual

LACUNA

LACUNA

identidade visual

QUANDO CHOVE TUDO SAI DO LUGAR

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fotografia

CITADINOS

CITADINOS

gravuras

CARVÃO

CARVÃO

disco: direção de arte e design

NÃO SE VIVE POR NADA

NÃO SE VIVE POR NADA

filme: design gráfico

LAHR

LAHR

identidade visual

UM CÉU PRA CADA QUANDO

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fotografia

DE MAR E SILÊNCIO

DE MAR E SILÊNCIO

gravuras

O INCRÍVEL MENINO PRESO NA FOTOGRAFIA

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teatro: design gráfico

MARION

MARION

livro-objeto: concepção e design

O LIVRO DO RISO E DO ESQUECIMENTO

O LIVRO DO RISO E DO ESQUECIMENTO

livro-objeto: concepção e design

ABAPORU

ABAPORU

identidade visual

GABRIELA MAZEPA

GABRIELA MAZEPA

identidade visual

ARTENOVE

ARTENOVE

identidade visual

PORTAS

PORTAS

publicação: concepção, imagens e design

AUSÊNCIAS

AUSÊNCIAS

publicação: concepção, imagens e design

AS CORDAS QUE PRENDEM AS SOMBRAS

AS CORDAS QUE PRENDEM AS SOMBRAS

fotografia

QUEBRA-CABEÇAS

QUEBRA-CABEÇAS

publicação: concepção, imagens e design

DIVAGAÇÕES

DIVAGAÇÕES

gravuras

O DESAPARECIMENTO DO ELEFANTE

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teatro: vídeo-cenários

CHOVE: UMA NARRATIVA VISUAL

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livro: concepção, imagens e design

DESENHOS DE CHUVA: DIA

DESENHOS DE CHUVA: DIA

gravuras

DESENHOS DE CHUVA: NOITE

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gravuras

DESACERTO

DESACERTO

filme: design gráfico

VASTA CIDADE, FESTA DE ALGUÉM

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disco: imagens e design

ABAPORU

ABAPORU

identidade visual

CARLOS MOTTA E A VIDA

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livro: projeto gráfico

CAIXAPRETA

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identidade visual

INVENÇÃO DE MOREL

INVENÇÃO DE MOREL

livro-objeto: concepção e design

A LADEIRA DA MEMÓRIA

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intervenção urbana: concepção e design

MEU MEDO

MEU MEDO

filme: direção de arte e design

OS ALTRUÍSTAS

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teatro: grafismos

ALL I NEED

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filme: direção de arte

SILÊNCIO E SOMBRAS

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filme: direção de arte e design

LABIRINTO

LABIRINTO

gravuras / site: concepção, imagens e design

NÚCLEO P3

NÚCLEO P3

identidade visual

O CASTELO DO BARBAZUL

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teatro: vídeo-cenários

AS NOIVAS DO BARBAZUL

AS NOIVAS DO BARBAZUL

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THOM PAIN – LADY GREY

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teatro: grafismos

DELÍRIOS

DELÍRIOS

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CICATRIZES

CICATRIZES

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PORCELANAS

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gravuras

CÉREBROS

CÉREBROS

campanha: direção de arte e ilustrações